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Quando tu fores, o vento A roupa que tiveres levar! Ano repleto de acontecimentos: Prometi vingar a sorte Dos danos que me tens feito: It starts with Aperol Spritz. A 18 de Junho, Fernando Mamede bate o recorde nacional dos 1. E vem um sol de chapa fina Subindo a anunciar o dia: Bem-vindo a CVC, sair.


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Dynasty Plaza, Alameda Dr. World Trade Centre, 4. Nos termos do Decreto-Lei n. Para efeitos do disposto no artigo Homologada por despacho do Ex. Do presente despacho pode qualquer interessado recorrer contenciosamente, nos termos do n. Nos termos definidos no artigo Relativamente ao despacho do Ex. O presente concurso rege-se pelas normas constantes das Leis n. Por despacho do Ex. Homologado por despacho do Ex. Nota curricular para concurso, em impresso do modelo aprovado pelo Despacho do Chefe do Executivo n.

Em conformidade com o artigo 4. O presente concurso rege-se pelas normas constantes da Lei n. Concurso de fotografia do Actividade de utentes com amigos da comunidade — Actividades de cuidados com basquetebol. Programa de apoio financeiro para actividades familiares das pessoas autistas A lista classificativa da prova de conhecimentos prova escrita dos candidatos encontra-se afixada, para consulta, na sede do Instituto do Desporto, sito na Avenida do Dr.

O mediador visado tem o direito de ser ouvido nos termos dos artigos Apoio financeiro, de acordo com o Regulamento Administrativo n. Avenida do Infante D.

Cases com homem que fume, A casa te desarrume! Andes sempre porca e suja! Se tiveres alguns pensares Tos tirem do pensamento! Quando tu fores, o vento A roupa que tiveres levar! Esse romance amoroso Do mercado da Ribeira Teve um final milagroso; E, afinal, de que maneira! Um romance igual a tantos, Esse da Rita e do Chico: E hoje uma Rita mais pequenina Toda se agita linda e traquina: Lembra a sardinha viva a saltar, Outro romance para contar.

Esta lava incandescente Derramada no meu peito Faz de mim um ser diferente Tenho do mar a semente Da saudade tenho o jeito. Vivo no mar doce da Lua sei dos atalhos p'ra chegar aqui como se as partes de uma rua fossem as partes de ti, amor eu vi.

Mas Deus quer mais sofrimento, Quer mais rugas no meu rosto E o meu corpo mais quebrado; [bis] Mais requintado tormento, Mais velhice, mais desgosto E mais um fado no fado. Sempre de Mim", EMI, Ai quem me dera prender o teu futuro E uni-lo ao meu, assim tal maneira, Como hera verde se prende ao velho muro E ali fica p'la vida inteira!

Eu sei que estou a mais no teu caminho, Eu sei que nada tens p'ra me dar, E sei que nesta luta estou vencido Por outro amor que tens no meu lugar. Deus perdoa o descaminho. Al-Mu'tamid ; trad. Eu sou a rosa com falha, Sou a rosa assim-assim, Coisa de sangue ruim Que se oculta na muralha. Sou a rosa malfazeja. Do que eu sou Dei-lhe o meu melhor, Oh meu doce amor! Flor de acaso ou ave deslumbrante, Palavra tremendo nas redes da poesia, O teu nome, como o destino, chega, O teu nome, meu amor, o teu nome nascendo De todas as cores do dia!

Nascendo de todas as cores do dia! Flor de Sal, flor do Sol Rosmaninho a vislumbrar Leva tudo o que tenho Minha voz, o meu cantar Leva-me ao cimo do rio Ver o norte, a proa de um navio. Tanto lume que eu te dei! Um dia acordei com frio: Estava o cinzeiro vazio E nunca mais te encontrei.

Se quando te foste embora Deitei o isqueiro fora, Que lume te posso eu dar? Pede a outro que te ajude! Sem dormir, de madrugada Ouvi teus passos na escada, Vi da janela o teu carro; Debaixo do travesseiro Encontraste o meu isqueiro E acendeste-me o cigarro. Hoje o dia foi um dia assim: Quantas horas faltam p'ra te ver Nesta espera de aprender a ser?

Tudo pode acontecer Pode vir bem ou vir mal Pode a gente adoecer Ou apanhar temporal. Tanto que eles diziam E nada os via fazer Essas palavras serviam P'ra outros homens perder. Pedro Damasceno e Sara Vidal Arranjo: Mas na festa da aldeia, Com as vizinhas na soleira, Eu fui-me enamorar. Eu vermelha, a corar. Meu Amor Eterno, Doce verde olhar, Ilumina o meu caminho! Acompanha o meu andar!

Meu Amor Eterno, Fada do meu lar, Alimenta-me a saudade! Sacia o meu paladar! O soba veio da mata, angolar veio da chana; Sofia Rosa morreu na ponta duma catana. Lady Maria Alice Ter cantado quatro fadas chatice No guitarra, Armandinho, very well! Mim gostar muito de ouvir guitarradas E ouvir cantigas a desgraciadas Mister Alberto Costa No corrido, choradinho, mim gosta.

Lady Leonor Fialho ter cantado Um cantiga no fado corridinho, Toda a gente a chorar ficar magoado Mas mim beber cerveja e beber vinho. Silence, que se vai cantar o fada. Tua voz eu quero ouvir Sabendo que vou sentir O que de mim tu levaste Entre todos a esconder-me Na alegria de perder-me Na tristeza que deixaste. Da guerra, da luta contra os elementos Mas teu colo morno e terno Sempre me vai acolher.

Nada apaga a luz que vive num amor, num pensamento,. Morro e ressuscito Em cada hora. E os versos o dizem. Um grito de alma, que necessita De ser ouvido e ser compartilhado. Nasce o canto P'ra cantar Sem que o canto Seja mar. Nasce a luz No teu olhar, Sem que o mudes De lugar. Sopra o vento Do sul, Leva longe teu cantar Ao sorriso De um farol, Quando canta Junto ao mar. O Melhor dos Melhores", vol.

A tristeza me estiola E ao mesmo tempo bem faz; Foi-se embora a espanhola Mas ao menos vivo em paz. Alexandre O'Neill in "Anos No comboio dos atrasos Vai gente que a gente esquece. A terra dos Patos-Bravos Parece mais um vespeiro: Voar mais alto que os outros, Esse era o sonho do galo: Manda quem pode, Pode quem manda. Cantar-te a madrugada em pensamento, Dizer-te um adeus de regressar: Novo Cancioneiro, ; "Poemas Completos", Lisboa: Encosta-te ao meu vestido! No fundo, na frente, na mesma camisola, A frio, a quente com a cara para dar No bom, no mau, no que importa realmente Levo a tua bandeira, onde consiga chegar.

No fundo, na frente, na mesma camisola, A frio, a quente com a cara para dar No bom, no mau, no que importa realmente Levo a tua bandeira A minha vida renasce Neste meu canto magoado: CD 7, Tugaland, Aprendo a esperar P'ra te ver de olhar a sorrir.

Quem lhes sabe a cor E as sabe encontrar? O vento a chamar o anoitecer Deixo acontecer, Aprendo a esperar. Quero saber de ti e do que fazes, Saber se por acaso ainda trazes Contigo aquele brilho que trazias. Os dias por aqui seguem iguais. As noites por aqui seguem iguais. Katia Guerreiro — voz Marta Pereira da Costa — guitarra portuguesa. Os dias sem vento.

A vida entardecendo ante o olhar como pintura de mestre. E a beleza a cumprir-se no cantar da cotovia Chega de qualquer maneira Onde quer que eu possa estar. Por mais que ela rode Sem nunca parar Sinto a Beira em qualquer lugar. Quantas voltas dei ao Mundo? Perguntas-me o que significa Saudade, vou-te dizer: Podia chamar-te tudo o que se chama a uma flor e fazer do teu perfume essa centelha de lume que incendeia o nosso amor.

Brincos vermelhos a dar que dar, Pedia espelhos p'ra me mirar. Lembra, nos modos, menina rica. Um dia as mais raparigas, Filhas como eu da pobreza, Puseram-me nas orelhas Dois brinquinhos de princesa.

Depois, mais tarde, vi-te e amei, Deste-me brincos d'ouro de lei; Bendito sejas mas, na verdade, Vejo cerejas, sinto saudade. De cada lado por seu lado da terra ao fundo do mar E quanto falta navegar? A que vidas e pessoas? Quantas cores e vontades que se cruzam no caminho? Quais ofertas aos milhares, quanto somas tu sozinho?

Dar amor e ser amado, ou sem amado ser Que vidas e pessoas? Quero sempre ver as estrelas Todo o mundo a navegar Quer sempre ver o Sol E o brilho do teu olhar. Quero ver as baleias Todo o mundo a navegar Quero sempre ver as estrelas Quero ver o Sol raiar. Sem vergonha, junta vai Com a morna nascida em Lisboa.

Que o fado crioulo ecoa E as gargantas cantam ai E as gargantas cantam ai Rema que rema Na calmaria Senhor S. Rema que rema Pelo mar fora Segure o leme Nossa Senhora. Sentes esse frio em ti Que eu sinto na minha vida.

Por isso eu tenho a saudade Que o meu corpo tem do teu. Vai sim, meu bem, sarapatear! Vai sim, meu bem, sarapateado. Se eu morrer de amor por ti Ai leva-me a enterrar Dentro daquela careta Que fizeste numa hora Em que me estavas a olhar E a rir te foste embora E eu quase vi o meu fim Se eu morrer ou coisa assim Faz desse riso um cantar Para te lembrares de mim. Eram prosas, um poema, talvez nunca te direi Minha alma a cantar segredos que imaginei Entrei por costa fora, eras tu uma miragem Linda, luz da madrugada, chama da minha viagem Chama da minha viagem.

Arde ao ver Tamanha luz Nasce ao ser, Vai e seduz. Sou do fado Como sei Vivo um poema cantado De um fado que eu inventei. Um homem ou um vento feito de sonhos, de ossos nervos e de incertos passos. Ser assim Ser assim Ser assim Ser assim. Pedro Damasceno e Celso Bento Arranjo: Rosa desfolhada Quem te desfolhou? Foi a madrugada Que por mim passou Foi a madrugada Que passou vaidosa Deixou desfolhada A bonita rosa. Foi a madrugada Que por mim passou Foi a madrugada Que passou vaidosa Deixou desfolhada A bonita rosa Sou filha das ervas.

Trago um jardim no sentido, Por ter sentido o que sinto: Sombras chinesas nas ruas, Esmeram-se aranhas nas teias; Impacientam-se as gazuas, Corre o cavalo nas veias. A lua leva a boa-nova Aos arrabaldes mais distantes: Avisa os pastores sem tecto, Tristes reis magos errantes. E vem um sol de chapa fina Subindo a anunciar o dia: O maior filme de sempre!

Ela foge p'ra casar Manuel da Fonseca in "Poemas Completos", pref. Contigo, contigo em pessoa. Os Ponteirinhos [instrumental] Tic-tac, tic-tac, Martelinhos maneirinhos.